Mas não tive tempo.
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terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
39ª Semana - Sintomas
Vou só encostar-me ali um instante e descansar um bocadinho.
...
Ooops...
Como é que passaram duas horas sem que eu desse por isso?
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gravidez,
sintomas,
terceiro trimestre
Estranhamente (ou não)
Durante esta gravidez só li um livro.
(isto sim, para mim, é informação)
Recomendo vivamente.
O Effective Care in Pregnancy and Childbirth é um livro de referência na área dos cuidados obstétricos, marcando o início de uma nova era na tomada de decisões clínicas, que passaram a ser mais baseadas na evidência científica do que na opinião ou na “experiência” de pessoas com relevo na profissão. Estas “experiências pessoais” são forçosamente mais limitadas, muitas vezes baseiam-se em hábitos previamente estabelecidos e cujo benefício nunca foi questionado, e são frequentemente enviesadas pela memória ou por uma avaliação seleccionada de doentes.
Este livro causou um enorme impacto nos cuidados obstétricos, levando à mudança de várias atitudes que até então eram aplicadas sistematicamente, sem se questionar o seu verdadeiro benefício. O entusiasmo gerado nos profissionais de saúde levou à publicação em 1989 de uma versão mais compacta do livro, o Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth, com várias edições posteriores. Levou ainda à criação da Cochrane Library, uma compilação electrónica da melhor evidência científica disponível sobre as principais questões clínicas, que se iniciou nos cuidados obstétricos, mas rapidamente se estendeu a outras áreas da Medicina. O Cochrane Library e o Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth tornaram-se fontes essenciais de conhecimento em Obstetrícia e meios imprescindíveis de aprendizagem para todos os profissionais de saúde nesta área.
A tendência que se tem verificado mais recentemente, de compartilhar as responsabilidades da decisão clínica com os utentes, tornou importante o acesso a estas informações por parte do público em geral. Este factor levou à disponibilização na Cochrane Library de resumos num formato e linguagem compreensíveis por pessoas que não estão ligadas à saúde.
A 3ª edição do Guia para a Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto (Oxford University Press, 2000) publicado em língua portuguesa pela Editora Guanabara Koogan SA Copyright © (2005) está disponível aqui em pdf.
Descrição:
O Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto foi preparado para facilitar o acesso às conclusões de publicações maiores, em formato mais compacto, a todos os envolvidos na assistência a mulheres grávidas.
A primeira edição foi publicada em 1989. Foi amplamente aclamada como publicação de referência, que permitiu a todos os que precisassem e desejassem acesso a informações claras e baseadas em evidências sobre os efeitos da assistência na gravidez e no parto.
A segunda edição ganhou o primeiro prémio na Competição de Livros Médicos de 1995 da Associação Médica Britânica, na categoria de Atenção Primária à Saúde, e foi traduzida para vários idiomas. O sucesso das duas primeiras edições confirmou a importância de informações precisas e actualizadas para orientar as decisões daqueles que planeiam, prestam ou recebem assistência durante a gravidez e o parto.
A pesquisa continuou a acrescentar novas informações, que são regularmente incluídas na Biblioteca Cochrane eletrónica (em português neste site). Mas o texto impresso continua e deve ser atualizado. Esta terceira edição do Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto foi preparada pelos editores do Grupo Cochrane de Gravidez e Parto, juntamente com dois dos autores da primeira edição. Foi amplamente revista e reescrita para incorporar novas pesquisas e novos conhecimentos.
Sumário:
Atenção básica
1. O que significa ‘atenção efetiva’ ou ‘cuidados médicos efetivos’?
2. Avaliação da atenção na gravidez e no parto
3. Apoio às gestantes
4. Educação pré-natal
5. Estilo de vida na gravidez
6. Modificação da dieta na gravidez
Rastreamento
7. Classificação do risco
8. Ultra-sonografia na gravidez
9. Rastreamento de anomalias congênitas
10. Rastreamento da pré-eclâmpsia
11. Diabetes gestacional
12. Avaliação do crescimento, tamanho e bem-estar fetal
Problemas na gravidez
13. Sintomas desagradáveis na gravidez
14. Abortamento
15. Hipertensão na gravidez
16. Comprometimento fetal
17. Gravidez múltipla
18. Isoimunização Rh
19. Infecção na gravidez
20. Diabetes na gravidez
21. Hemorragia na segunda metade da gravidez
22. Suspeita de desproporção fetopélvica e posição anormal
23. Ruptura das membranas antes do trabalho de parto (amniorrexe prematura
24. Trabalho de parto pré-termo
25. Promoção da maturidade pulmonar
26. Gravidez pós-termo
27. Morte fetal
Parto
28. Suporte social e profissional no parto
29. Rotinas hospitalares
30. Assistência ao feto durante o trabalho de parto
31. Monitorização do progresso do trabalho de parto
32. O segundo estádio do trabalho de parto
33. O terceiro estádio do trabalho de parto
Problemas durante o parto
34. Controle da dor no trabalho de parto
35. Trabalho de parto prolongado
35. Trabalho de parto prolongado
36. Reparo de traumatismo perineal
37. Parto pré-termo
38. Trabalho de parto e parto após cesariana prévia
Técnicas de indução e parto cirúrgico
39. Preparo para a indução de trabalho de parto
40. Métodos de indução do trabalho de parto
41. Parto vaginal instrumental
42. Cesariana
43. Antibióticos profiláticos na cesariana
Atenção após o parto
44. Atenção imediata ao recém-nascido
45. A mãe e o bebê
46. Amamentação
47. Dor e desconforto perineais
48. Sintomas mamários em mulheres que não estão amamentando
49. Perda e luto no período perinatal
Sinopse
50. Atenção efetiva na gravidez e no parto: uma sinopse
Quadro 1: Formas benéficas de assistência
Quadro 2: Formas de assistência que provavelmente são benéficas
Quadro 2: Formas de assistência que provavelmente são benéficas
Quadro 3: Formas de assistência com equilíbrio entre efeitos benéficos e adversos
Quadro 4: Formas de assistência cuja eficácia é desconhecida
Quadro 5: Formas de assistência que provavelmente não são benéficas
Quadro 6: Formas de assistência que provavelmente são ineficazes ou prejudiciais
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pré-parto
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
36ª Semana - Sintomas
De descida a empinada, ouvi de tudo esta semana.
A mim, sinceramente, não me parece muito uma coisa nem outra, mas enfim.
Deve ser ilusão óptica... especialmente agora que decidi dar uso às saias e aos vestidos.
Grande, é natural. Afinal já lá vão 8 meses.
Maior, sem dúvida. Mas o contrário é que seria de estranhar, não?
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Sobre "Menino ou Menina"
E já que falamos em veracidade de teorias infalíveis, há uns tempos, quando escrevi este outro post, fiquei de voltar para o comentar. Pois aqui vai, então.
Apurando os meus «resultados» (que assinalei nos quadros) temos, apesar das falhas, uma clara vantagem para a menina. Até aqui parece que alguma coisa bate certo.
Quanto aos outros mitos, confesso que já não me lembro bem de tudo o que fiz, mas vou tentar não fugir à verdade.
- Dias (ter sexo em dias pares para conceber menina e em ímpares para menino) - consultando os registos do meu gráfico de fertilidade, posso dizer-vos que foi, sem sombra de dúvida, feito em dia ímpar.
- Horário (ter relações sexuais à tarde se o que se quer é uma menina) - embora não o possa garantir, o mais provável é que sim, tenha acontecido à tarde.
- Lua (para conceber menina o ideal é a lua cheia) - ora deixa-me cá consultar o calendário lunar... sim, parece que foi ou em plena lua cheia ou pouco depois.
- Banho e lateralidade (o pai deve tomar um banho bem quente e, logo em seguida, deitar-se sobre o seu lado esquerdo para «fazer» uma menina) - se foi mesmo à tarde, o banho (normalmente bem quente, sim) houve de certeza, que é a primeira coisa que faz todos os dias assim que chega; agora o lado... não esperam que me lembre disso, não?
- Iniciativa (para conceber uma menina deve ser a mulher a ter a iniciativa) - cá está mais uma coisa que juro que não recordo, mas que é bastante provável, é (afinal eu estava no meu período fértil e, não só preparada para, mas desejosa por conceber).
- Alimentos (comer muito peixe e vegetais, seguidos de chocolate) - não sei se foi o caso, mas por mim era o que comia todos os dias!
- Objectos, cores e materiais (uma colher de pau sob o colchão e algo rosa debaixo da almofada garantem a concepção de menina) - não vale a pena dizer que nem uma coisa, nem outra, certo?
- Testículos (atar o testículo direito para conceber menina e o esquerdo para menino) - relembro que é uma teoria do século XVIII... nunca ponderei sequer pô-la em prática e, honestamente, não me parece que tenha muitos seguidores nos tempos que correm.
Apesar das minhas incertezas, mais uma vez a tendência para a menina. Haverá mesmo algum fundo de verdade nisto?
A única coisa a que realmente dei, desde sempre, algum crédito, foi o método Shettles. Infelizmente não o segui à risca, pelo que não posso pronunciar-me a respeito da sua eficácia no meu caso (para concebermos menina era suposto termos sexo todos os dias, desde o final do período menstrual até aproximadamente três dias antes da ovulação; digamos que cumprimos parte disto - metade dos dias e até ao dia recomendado - mas no dia da ovulação também o fizemos, o que daria vantagem ao menino; duches vaginais, não houveram; posição de missionário é possível e orgasmo não garanto; o duche quente já foi referido, a ingestão de cafeína pelo pai não terá sido muita e a de alimentos ácidos por mim possivelmente também não). Ou seja, parece-me uma teoria interessante mas, ou porque para mim não era vital que o meu terceiro filho fosse uma menina, ou porque apesar de tudo acredito mais no acaso, chegada a hora dei mais importância à espontaneidade do que ao rigor do método.
Em que ficamos, afinal?
A meu ver, a quem tiver uma forte preferência e determinação suficiente para seguir escrupulosamente as indicações, aconselho tudo o que estiver ao alcance. É que garantias, pelos vistos, não há, mas há probabilidades e não custa tentar!
A propósito do post anterior
Um dos comentários que me fizeram, depois de me elogiarem a beleza gravídica foi o seguinte:
"Bem se vê que é uma menina!"
O que me deixou a pensar... Não era suposto ser o contrário? Se bem me lembro, na minha pesquisa pelos meandros das crendices populares, o que descobri foi que as meninas roubam a beleza às mães.
Perante isto o que posso concluir?
1.º - Que há um claro desconhecimento por parte de muito boa gente do conteúdo destes claros e indubitáveis indicadores de género.
2.º - Que a memória atraiçoa quem realmente julga que eu estava com pior aspecto antes.
3.º - Que há quem tente ser simpático independentemente do grau de aldrabice que isso implique.
4.º - Que não vale a pena perder tempo com coisas que não têm ponta de comprovado fundamento.
sábado, 1 de janeiro de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
32ª Semana - Sintomas
Desde que virou (há mais de duas semanas) não sei com que raio me tem pressionado de tal maneira à direita do umbigo que às vezes parece que vai rebentar-me a barriga.
Felizmente passa se me deitar. Que chatice... mais uma desculpa para descansar!
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