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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
A propósito do post anterior
Um dos comentários que me fizeram, depois de me elogiarem a beleza gravídica foi o seguinte:
"Bem se vê que é uma menina!"
O que me deixou a pensar... Não era suposto ser o contrário? Se bem me lembro, na minha pesquisa pelos meandros das crendices populares, o que descobri foi que as meninas roubam a beleza às mães.
Perante isto o que posso concluir?
1.º - Que há um claro desconhecimento por parte de muito boa gente do conteúdo destes claros e indubitáveis indicadores de género.
2.º - Que a memória atraiçoa quem realmente julga que eu estava com pior aspecto antes.
3.º - Que há quem tente ser simpático independentemente do grau de aldrabice que isso implique.
4.º - Que não vale a pena perder tempo com coisas que não têm ponta de comprovado fundamento.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Palpites vencedores
As restantes opiniões, em uníssono com as vozes que diariamente me perguntavam "já sabes o que é?" (quer por realmente o predizerem, quer por saberem ser essa a minha confessa preferência) penderam para a menina.
Parabéns, *^_^* e sandra, acertaram!
Não ficam contentes com isso?
Eu fiquei!!!
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Palpites via e-mail dão vantagem à menina
é uma menina? espero q sim ...mts beijos
(A.)
Oh minha linda, atão tu vai ter mais um rebento e eu cá tão longe não sabia!!!!!!!!!!! Haja uma boa noticia entre os nossos mais queridos.
Muitos parabéns, embora tenha um palpite (menina, menina, menina, menina) espero é que venha com saúde, pois a felicidade e amor o (ou a) esperam cá fora.
Muitos beijinhos!!!!(C.)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Palpites, desejos e convicções
Agora que conheço a resposta os palpites já não me incomodam (até me divertem).
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sábado, 18 de setembro de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Sem surpresas
Os últimos também já sabem.
E as reações foram as esperadas...
O meu sogro (com quem ainda não estive nem falei desde que «o segredo» foi revelado) anda desvairado, sem saber o que fazer à vida, agora que lhe trocaram as voltas às contas já tão certinhas que tinha feito à herança que deixaria aos netos.
"E a faculdade?" - pergunta.
"E se não vem a menina?" - insiste, esbracejando no corredor e esperando que a mulher, que nada tem a ver com a nossa decisão, lhe dê uma resposta que o satisfaça.
Queixou-se aos cunhados, esteve fora no fim de semana, diz que já não quer ir de férias com os miúdos, que não tem saúde nem vida para criar mais um.
O R. perguntou-me se os avós estavam chateados comigo e com o pai. Expliquei-lhe que não. Só o avô, um bocadinho... Tentei que compreendesse os seus argumentos (que tem medo que não tenhamos dinheiro para lhes dar o que precisam por serem muitos) e ao ouvi-lo dizer-me que preferia ter dinheiro do que mais um mano resolvi dar-lhe (ou, pelo menos, tentar) uma preciosa lição sobre os valores familiares.
"Se me oferecessem muito dinheiro, todo o que eu quisesse, todo o que existe no mundo para eu deixar de ter os meus filhos, para eu ficar sem vocês, sabes o que é que eu escolhia?" - a pergunta deixou-o preocupado - "Ofereceram-te dinheiro, mãe?". Passei-lhe a mão pelo rosto com toda a ternura que me ia no coração e sosseguei-o: "Não, meu amor."
"E se me oferecessem, sabes o que eu escolhia?" - preparava-me para continuar, mas ele antecipou-se: "Escolhias-nos a nós?". Anuí sorrindo e permiti-me mais uma pergunta - "E sabes porquê?".
A resposta chegou com um abraço confiante e feliz - "Porque nos vais querer sempre!".
Parece que afinal a batalha "dinheiro vs família" foi ganha pela segunda. Isso deixa-me muito contente.
E a minha sogra? A minha sogra, apesar das dificuldades económicas por que passamos, apesar do futuro incerto que temos pela frente, apesar do cansaço que já vai sentindo e dos esforços continuados para nos ajudar e, sobretudo, apesar da frustração e insatisfação que o marido insiste em descarregar sobre ela, está alegre (consegue, inclusivamente, rir da situação difícil que está a ser viver com o meu sogro estes dias) e ansiosa por acolher mais um membro no seio desta família.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
A consulta - II
Hoje, depois de digerida a coisa, encaro-a já de forma mais positiva que negativa. Por isso deixo aqui o que de positivo de lá trouxe naquele dia:
Parece que, sim senhora, o meu organismo já se recuperou dos efeitos da pílula e os ciclos estão regulares e normais. Ainda bem.
Durante a observação que precedeu a recolha para a citologia fui presenteada com o comentário «você está mesmo desejosa» que, numa situação de perna-aberta-sem-sítio-onde-me-esconder me obrigou a representar o melhor que alguma vez consegui o papel de mulher descontraídamente confiante e segura da sua feminilidade enquanto perguntei «ai, isso nota-se, é?». Que estava a meio do ciclo e o colo estava a abrir e que já não era grande novidade, que eu tenho estado atenta aos meus sintomas e já vou conhecendo a minha fertilidade.
Felizmente só foi necessário fazer citologia, que a última já lá ia havia mais de um ano. A dispensa de ecografia e colposcopia (feitas em Outubro passado) representou menos despesa. Melhor.
A doutora trabalha agora com o Hospital Particular de Lisboa, onde tenho a co-participação do seguro para as despesas e opção de parto natural, na água ou fora dela. Vamos ver.
Tive a minha primeira sessão de esclarecimento sobre como se processam normalmente as preparações (sem doula) para os partos que assiste e saí de lá com mais vontade de começar a pensar no assunto a valer.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
A minha sogra
Depois de várias tentativas muito pouco subtis para arrancar de mim «o segredo» achei por bem descansá-la e assegurar-lhe que não há segredo algum... por enquanto (acho eu, que desde que deixei de tomar a pílula já não posso dar garantias).
Não há maneira de se conformar...Quando conseguirá perceber que, mais cedo ou mais tarde, trataremos de lhe «encomendar» mais um neto.
Será tão difícil aceitar que é esse o nosso desejo?
Trate de se resignar, sogrinha, trate de se resignar!
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Progressos (ou não)
Soprava eu as velas do meu bolo de aniversário pensando em todos os sonhos de uma vida quando um comentário inesperado interpela o meu voo e reduz a minha capacidade de raciocínio e reacção a qualquer coisa como «o quê?!?!».
Diz assim a minha querida sogra:
- Que para o ano venha a Inês!
Perante o meu engasgamento, o seu filho (abençoado seja por ter vindo em meu auxílio) responde-lhe prontamente:
- Não é preciso pedir desejo que a gente trata disso. (e mai' nada!)Pensava eu (iludida, para variar, crente que sou nas boas intenções de quem me fala com um sorriso sobre o tema ter mais filhos) que estávamos a fazer progressos e que contávamos finalmente com a aprovação da avó C. (não que precisemos dela, mas porque me deixaria mais feliz) e, vai-se a ver, parece que não...
Partilhando, toda contente (tss... que tolinha!), com a minha querida e apoiante mamã o sucedido, eis que fico a saber que em conversa particular (e por particular entenda-se «longe da minha vista e da minha audição» - vá-se lá saber porquê) a história rezada foi outra.
- Já disse ao V. que as coisas agora não estão nada boas para terem mais filhos, com a situação que estão a passar... Só espero que ele não se entusiasme com a gravidez da S. [prima dele com quem tenho proximidade e amizade] e que não queira meter-se nisso também.
Alto aí!
Não percebi bem uma coisa...
Isso de ter filhos é como comprar um carro novo? Ou fazer parte de uma sociedade em jogos de azar?
Fazemos porque os outros fazem? Queremos porque os outros têm?
Afinal para que raio fez aquele comentário ao desejo? E que espécie de agouro lhe estava implícito?
Confesso que me sinto desiludida e defraudada.
Além do mais, vir com desabafos destes para a minha mãe não é propriamente a melhor jogada, visto ser ela a primeira pessoa a estar do meu lado, mas tudo bem (vou ser condescendente e chamar-lhe «desabafo» para não dizer que foi uma não muito elegante tentativa de a incitar a influenciar-me na pretensão de me/nos demover do nosso objectivo).
Eu ainda consigo admitir que não seja má a sua intenção mas a atitude foi, no mínimo, patética.
Até porque de boas intenções...
E não me parece que a promessa de uma nova vida valha um bilhete para o inferno!
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
My OB said WHAT?!?
"The purpose of this site is to capture the crazy but true comments said to birthing women by doctors, midwives, doulas, lactation consultants, and childbirth educators when they are having their babies!"
Incrível, espantoso e (quase) fantástico!
Ainda não sei se ria, se chore...
Mas que merce visita, merece.
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