Mas não tive tempo.
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terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
42ª Semana - Ordem de despejo
A chegada do bebé é iminente.
O facto de o bebé continuar no útero materno por esta altura não significa que algo esteja errado ou haja motivo para preocupações.
Será, contudo, recomendável verificar se tudo continua a correr normalmente, se o bebé continua saudável e a sentir-se bem.
A contagem dos movimentos fetais é a melhor forma de controle nesta fase.
Enquanto isso, o bebé instala-se cada vez mais profundamente na pelvis e coloca-se em posição para que o parto finalmente comece.
A mãe deverá continuar a fazer o necessário para se sentir confortável: praticar exercício, dormir, beber bastante água e tentar relaxar antes que as contracções tenham início.
Numa situação normal o obstetra deverá optar por esperar pelo final da 41ª semana antes de considerar a hipótese de indução.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
E enquanto tratava da lista
Lembrei-me do chá de bebé.
Eu bem queria!
E, segundo consta, é por esta altura que deve fazer-se.
Mas, e prepará-lo?
Com tudo o que tenho ainda para fazer parece-me imprudente meter-me em mais aventuras.
A não ser que alguém se candidate...
Dei-me conta de uma coisa...
É já no próximo mês.
Por isso dediquei a primeira (ou segunda, vá) noite do novo ano à listagem dos artigos necessários (ou recomendados) para receber a minha piquena. E ainda me falta tanta coisa... Já não me lembrava que os recém-nascidos precisavam disto tudo! Amanhã vou às compras.
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
100 dias ou... Sem dias?
Para viver a gravidez.
Para aproveitar o estado de graça.
Para sermos só nós as duas.
Para nos conhecermos melhor.
Para pensar o futuro.
Para preparar o parto.
Para planear o pós-parto.
Para arranjar o ninho.
Para organizar as coisas.
Para comprar o que está em falta.
Para decorar o quarto.
Para compor o guarda-roupa.
Para arrumar as malas.
Para pôr as ideias em ordem.
Para reforçar as convicções.
Para sossegar os temores.
Para serenar o coração.
Para fechar os olhos e respirar fundo, com a sensação de dever cumprido.
E depois, simplesmente, aguardar...
Com tempo, com prazer, tranquilamente.
Sem pressas nem correria, sem stresses nem dissabores.
Sem medos ou dúvidas.
Só com muita segurança, muita alegria e muito, muito amor.
sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
1ª semana - Ainda cedo
A pensar ainda em esperar mais um mês, preparava-me para a consulta pré-natal. Sem ter olhado para o calendário com olhos de ver achava preferível adiar um pouco a concepção para não ter um parto no pico do inverno (ou pior, no Natal, se o bebé resolvesse apressar-se).
Afinal as 40 semanas acabam em meados de Fevereiro. Um bom mês (que é também o meu). Frio ainda, mas já suficientemente próximo da Primavera.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
A consulta - I
Andei duas semanas a digeri-la.
Cheguei a escrever um texto com mil e muitas palavras, mas resolvi não publicar (ainda pode vir a ser-me útil). Dos vinte e sete parágrafos deixo aqui o resumo, agora que o desapontamento não faz já qualquer sentido e que um passo mais foi dado na direcção do almejado.
A tão ansiada consulta, a que me fez poupar de bom grado os meus parcos euritos pela promessa que encerrava de me trazer momentos tão reconfortantes, a que tinha tudo para ser um dos melhores momentos da minha pré-gravidez, agora que tudo tem andado tão certinho, tão harmonioso, tão sudável, tão sereno, tão amoroso... foi uma desilusão.
Cheguei a horas, percebi, pelo que vi, que bem poderia ter ido com mais calma, sacudi o nervoso que trazia e pensei: “Deixa-te mas é invadir pelo calor reconfortante que aqui sempre se faz sentir e abandona essa tensão que em nada se justifica num local cheio de boas energias como este é invariavelmente”.
Sentei-me na cadeira mais próxima da pequena mesa onde costumo encontrar a interessante (e pouco comum em salas destas) leitura que me faz companhia na espera. Mas...? Revistas? Então e os livros? Já estava a olhar para o sofá a imaginar quão mais agradável seria relaxar ali sob o sol matinal que entrava pela generosa área envidraçada de onde se pode avistar o verde sempre cuidado que nos cerca quando (nem queria acreditar) lá encontrei um. Serviu.
Momentos depois dirigia-me à sala de consulta, já mais confiante. Estava entusiasmada. Ia (ou assim o esperava) dar um pouquinho mais de mim, conhecer-me um pouco mais, dar mais um passo em frente na conquista dos meus sonhos e no vencer dos meus bloqueios. O nervoso miudinho com que chegara era agora prazeroso e a expectativa era tão alta que tornou a minha decepção maior e mais difícil de encarar.
As marcações são feitas com intervalos de uma hora para que não hajam pressas, para que todos os pontos sejam abordados, para que a calma reine e a verdade impere, para que a mulher se sinta ouvida, apreciada e valorizada enquanto ser espiritual e afectivo e sensível, mais do que apenas uma entidade corpórea definida por termos técnicos e observada com a artificialidade maquinal dos aparelhos de uma qualquer sala de exame.
Mas esta foi, ao contrário das anteriores, uma visita de médico. Foram dez minutos de respostas rápidas a questionário acelerado, outros tantos de citologia (que a ecografia e a colposcopia eram ainda recentes) na sala ao lado e, quando eu pensava que o regresso à secretária me traria algo diferente... Mais conversa de médico. Das breves. Daquelas a correr, porque não há tempo (porque o que havia - e que era meu - se dissipara não se percebera bem como).Descobri-lhe receios pela primeira vez. Questionou a necessidade do depakine*, dissuadiu-me de contratar uma doula (o que não me surpreendeu completamente), justificou a sua posição e deixou-me a pensar numa série de coisas com que ainda não me tinha visto confrontada. Com isto esqueci-me de lhe pedir prescrição para o ácido fólico que era escusado andar a comprá-lo sem comparticipação. E falhou-me mais uma (desta vez não levava cábula). Dispôs-se a esclarecer mais dúvidas mas a sua expressão e a sua postura pressionavam-me a apressar-me de tal forma que não consegui lembrar-me de muito mais.
Depois percebi.
Está nas minhas mãos.
Não é ela que me vai dar (de bandeja) o que quero. Pode assistir-me no percurso, mas a luta é minha, as decisões são minhas, o crescimento é meu e a conquista será minha. Não é ela que tem que me dar força. Sou eu que preciso de encontrá-la em mim.
Vivendo e aprendendo.
E crescendo. Sempre.
E crescendo. Sempre.
sábado, 15 de maio de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Só mais uns meses
para termos luz verde.
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