Mostrar mensagens com a etiqueta intenções. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta intenções. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 31 de maio de 2011

(só por curiosidade)


Alguém pretende continuar a visitar este cantinho?

De volta

(a qualquer momento)


Para continuar a história.

terça-feira, 29 de março de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

E enquanto tratava da lista

Lembrei-me do chá de bebé.


Eu bem queria!
E, segundo consta, é por esta altura que deve fazer-se.
Mas, e prepará-lo?
Com tudo o que tenho ainda para fazer parece-me imprudente meter-me em mais aventuras.
A não ser que alguém se candidate...

domingo, 2 de janeiro de 2011

Sobre "Menino ou Menina"

E já que falamos em veracidade de teorias infalíveis, há uns tempos, quando escrevi este outro post, fiquei de voltar para o comentar. Pois aqui vai, então.




Apurando os meus «resultados» (que assinalei nos quadros) temos, apesar das falhas, uma clara vantagem para a menina. Até aqui parece que alguma coisa bate certo.

Quanto aos outros mitos, confesso que já não me lembro bem de tudo o que fiz, mas vou tentar não fugir à verdade.
  • Dias (ter sexo em dias pares para conceber menina e em ímpares para menino) - consultando os registos do meu gráfico de fertilidade, posso dizer-vos que foi, sem sombra de dúvida, feito em dia ímpar.
  • Horário (ter relações sexuais à tarde se o que se quer é uma menina) - embora não o possa garantir, o mais provável é que sim, tenha acontecido à tarde.
  • Lua (para conceber menina o ideal é a lua cheia) - ora deixa-me cá consultar o calendário lunar... sim, parece que foi ou em plena lua cheia ou pouco depois.  
  • Banho e lateralidade (o pai deve tomar um banho bem quente e, logo em seguida, deitar-se sobre o seu lado esquerdo para «fazer» uma menina) - se foi mesmo à tarde, o banho (normalmente bem quente, sim) houve de certeza, que é a primeira coisa que faz todos os dias assim que chega; agora o lado... não esperam que me lembre disso, não?
  • Iniciativa (para conceber uma menina deve ser a mulher a ter a iniciativa) - cá está mais uma coisa que juro que não recordo, mas que é bastante provável, é (afinal eu estava no meu período fértil e, não só preparada para, mas desejosa por conceber).
  • Alimentos (comer muito peixe e vegetais, seguidos de chocolate) - não sei se foi o caso, mas por mim era o que comia todos os dias!
  • Objectos, cores e materiais (uma colher de pau sob o colchão e algo rosa debaixo da almofada garantem a concepção de menina) - não vale a pena dizer que nem uma coisa, nem outra, certo? 
  • Testículos (atar o testículo direito para conceber menina e o esquerdo para menino) - relembro que é uma teoria do século XVIII... nunca ponderei sequer pô-la em prática e, honestamente, não me parece que tenha muitos seguidores nos tempos que correm.
Apesar das minhas incertezas, mais uma vez a tendência para a menina. Haverá mesmo algum fundo de verdade nisto?

A única coisa a que realmente dei, desde sempre, algum crédito, foi o método Shettles. Infelizmente não o segui à risca, pelo que não posso pronunciar-me a respeito da sua eficácia no meu caso (para concebermos menina era suposto termos sexo todos os dias, desde o final do período menstrual até aproximadamente três dias antes da ovulação; digamos que cumprimos parte disto - metade dos dias e até ao dia recomendado - mas no dia da ovulação também o fizemos, o que daria vantagem ao menino; duches vaginais, não houveram; posição de missionário é possível e orgasmo não garanto; o duche quente já foi referido, a ingestão de cafeína pelo pai não terá sido muita e a de alimentos ácidos por mim possivelmente também não). Ou seja, parece-me uma teoria interessante mas, ou porque para mim não era vital que o meu terceiro filho fosse uma menina, ou porque apesar de tudo acredito mais no acaso, chegada a hora dei mais importância à espontaneidade do que ao rigor do método.

Em que ficamos, afinal?

A meu ver, a quem tiver uma forte preferência e determinação suficiente para seguir escrupulosamente as indicações, aconselho tudo o que estiver ao alcance. É que garantias, pelos vistos, não há, mas há probabilidades e não custa tentar!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Menino ou Menina? - Do Saber ao Fazer

(post dedicado à minha priminha susana)

Enquanto mãe de dois rapazes com preferência declarada por ter, desta vez (e só agora, que até aqui não a tinha), uma menina, dei por mim a pesquisar os veredictos que as crendices que por aí abundam tinham para me oferecer. Numa breve síntese, o quadro abaixo dá as respostas.


Dando um voto de confiança à sabedoria ancestral do povo do oriente, temos os calendários chineses, que relacionam a idade da mãe na data da concepção e o mês em que esta ocorreu:



Embora nem sempre os resultados coincidam...


Mitos não faltam. Do inacreditável ao bizarro, encontra-se de tudo - cada um decida o que tentar... (nota: como, ao que parece, é mais complicado «acertar» na menina, as teorias centram-se particularmente na sua concepção como objectivo)
  • Dias: Ter sexo em dias pares para conceber menina e em ímpares para menino.
  • Horário: Ter relações sexuais à tarde se o que se quer é uma menina.
  • Lua: Para conceber menina o ideal é a lua cheia.
  • Banho e lateralidade: O pai deve tomar um banho bem quente e, logo em seguida, deitar-se sobre o seu lado esquerdo para «fazer» uma menina.
  • Iniciativa: Para conceber uma menina deve ser a mulher a ter a iniciativa.
  • Alimentos: Comer muito peixe e vegetais, seguidos de chocolate.
  • Objectos, cores e materiais: Uma colher de pau sob o colchão e algo rosa debaixo da almofada garantem a concepção de menina.
  • Testículos: No século XVIII acreditava-se que o testículo direito continha o esperma masculino e o esquerdo o feminino. Assim, quem pretendesse conceber uma menina devia atar o direito e quem preferisse um menino, o esquerdo – os mais determinados chegavam a optar por algo mais radical: em vez de atar, cortar! (não recomendo...)

Crendices à parte, vamos então a algo mais concreto: o método Shettles.

Baseado na teoria científica que afirma que os espermatozóides que contém os cromossomas Y (masculinos) são mais rápidos mas mais pequenos e menos resistentes do que os que contém os X (femininos), este método de «selecção» recomenda que os casais que querem conceber uma menina tenham sexo todos os dias, desde o final do período menstrual até aproximadamente três dias antes da ovulação.


Isto porque quanto mais próxima da ovulação for a relação sexual, mais probabilidade há que um Y (mais rápido) chegue primeiro ao óvulo e o fecunde, ao passo que, se ocorrer 3 dias antes da ovulação, o mais provável é que os X tenham resistido em maior quantidade e seja um deles a penetrar o óvulo.


O pH vaginal também é importante – num ambiente mais ácido os Y terão mais dificuldade em sobreviver e os X terão mais hipóteses de sucesso. O Dr Shettles recomenda, por isso, um duche vaginal de água e vinagre (ácido) imediatamente antes da relação sexual para favorecer a probabilidade de conceber menina ou um duche de água e bicarbonato de sódio (alcalino) para menino.
Aspectos menos importantes mas também recomendados envolvem a adopção da posição de missionário (para que o esperma seja depositado mais próximo da entrada da vagina) e evitar o orgasmo por parte da mulher (que, supostamente, torna o ambiente vaginal demasiado alcalino) quando o que se pretende é uma menina.


A quantidade de esperma depositado é também um factor a considerar: uma grande quantidade favorece os meninos. Assim, recomenda-se que na tentativa de concepção de menino não hajam relações nos 3-4 dias anteriores ao dia anterior ao da ovulação. Para menina devem ter-se diariamente logo desde o final do período menstrual e parar 3 dias antes da ovulação. Adicionalmente, o pai deverá ter em conta o uso de roupa interior larga para menino e duche quente antes da relação sexual para menina (para dar vantagem aos Y ou aos X, respectivamente).


Quanto a alimentos e bebidas, aparentemente a ingestão de cafeína por parte do pai antes do sexo «acelera» os Y. E possivelmente a ingestão de alimentos ácidos (como os citrinos) aumenta a acidez geral do organismo da mãe e, consequentemente, do ambiente vaginal, o que favorecerá a concepção de menina.

Parece que a taxa de sucesso deste método ronda os 75%.


Agora perguntem-me se segui alguma destas recomendações e que opinião tenho do seu resultado. Eu vou pensar nisso e depois digo de minha justiça.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

2ª semana - Da intenção à acção


A vontade já lá estava, mas depois disto...



Da intenção passámos à acção.



1ª semana - Ainda cedo

A pensar ainda em esperar mais um mês, preparava-me para a consulta pré-natal.
Sem ter olhado para o calendário com olhos de ver achava preferível adiar um pouco a concepção para não ter um parto no pico do inverno (ou pior, no Natal, se o bebé resolvesse apressar-se).
Afinal as 40 semanas acabam em meados de Fevereiro. Um bom mês (que é também o meu). Frio ainda, mas já suficientemente próximo da Primavera.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A minha mãe

                             É uma querida!

Quer ser a primeira (ou segunda, vá) pessoa a receber a notícia da minha gravidez:

- Mas não é quando já tiveres com três meses, estás a ouvir?

- Não, fica descansada que assim que houver sequer suspeita eu aviso logo. Por enquanto ainda não há.

- Como é que sabes?  (sei, pronto)

Acho que está mais ansiosa do que eu!

(já a minha sogra...)

terça-feira, 6 de abril de 2010

A minha sogra

Depois de várias tentativas muito pouco subtis para arrancar de mim «o segredo» achei por bem descansá-la e assegurar-lhe que não há segredo algum... por enquanto (acho eu, que desde que deixei de tomar a pílula já não posso dar garantias).



Resposta imediata:

Ai, segredos desses nem pensar! Era só o que faltava.
Não há maneira de se conformar...


Quando conseguirá perceber que, mais cedo ou mais tarde, trataremos de lhe «encomendar» mais um neto.

Será tão difícil aceitar que é esse o nosso desejo?


Trate de se resignar, sogrinha, trate de se resignar!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Progressos (ou não)

Soprava eu as velas do meu bolo de aniversário pensando em todos os sonhos de uma vida quando um comentário inesperado interpela o meu voo e reduz a minha capacidade de raciocínio e reacção a qualquer coisa como «o quê?!?!».

Diz assim a minha querida sogra:
- Que para o ano venha a Inês!

Perante o meu engasgamento, o seu filho (abençoado seja por ter vindo em meu auxílio) responde-lhe prontamente:
- Não é preciso pedir desejo que a gente trata disso. (e mai' nada!)

Pensava eu (iludida, para variar, crente que sou nas boas intenções de quem me fala com um sorriso sobre o tema ter mais filhos) que estávamos a fazer progressos e que contávamos finalmente com a aprovação da avó C. (não que precisemos dela, mas porque me deixaria mais feliz) e, vai-se a ver, parece que não...

Partilhando, toda contente (tss... que tolinha!), com a minha querida e apoiante mamã o sucedido, eis que fico a saber que em conversa particular (e por particular entenda-se «longe da minha vista e da minha audição» - vá-se lá saber porquê) a história rezada foi outra.
- Já disse ao V. que as coisas agora não estão nada boas para terem mais filhos, com a situação que estão a passar... Só espero que ele não se entusiasme com a gravidez da S. [prima dele com quem tenho proximidade e amizade] e que não queira meter-se nisso também.

Alto aí!

Não percebi bem uma coisa...

Isso de ter filhos é como comprar um carro novo? Ou fazer parte de uma sociedade em jogos de azar?
Fazemos porque os outros fazem? Queremos porque os outros têm?

Afinal para que raio fez aquele comentário ao desejo? E que espécie de agouro lhe estava implícito?
Confesso que me sinto desiludida e defraudada.

Além do mais, vir com desabafos destes para a minha mãe não é propriamente a melhor jogada, visto ser ela a primeira pessoa a estar do meu lado, mas tudo bem (vou ser condescendente e chamar-lhe «desabafo» para não dizer que foi uma não muito elegante tentativa de a incitar a influenciar-me na pretensão de me/nos demover do nosso objectivo)

Eu ainda consigo admitir que não seja má a sua intenção mas a atitude foi, no mínimo, patética. 
Até porque de boas intenções...
E não me parece que a promessa de uma nova vida valha um bilhete para o inferno!