quinta-feira, 16 de setembro de 2010

18ª Semana - Sentidos apurados


O sistema nervoso do bebé continua a desenvolver-se, tornando-se mais refinado e detalhado. A mielina (uma camada de protecção que torna as transmissões nervosas mais rápidas) começa a formar-se em redor dos nervos, um processo que continuará durante cerca de um ano após o nascimento.


Os nervos do bebé fazem conexões nervosas cada vez mais complexas.
Os sentidos do cheiro, do paladar, da visão e da audição estão todos em desenvolvimento.


Nos pulmões os alvéolos começam a formar-se.


As cordas vocais estão formadas, mas sem ar o bebé está limitado ao movimento destas (como no choro) mas sem emissão de som.


Até aqui os ossos do bebé eram estruturas macias mas esta semana, com o processo de ossificação, começam a endurecer. Entre os primeiros a ganhar firmeza estão os ossos das pernas e do ouvido interno.


Enquanto isso as demais conexões têm vindo a estabelecer-se entre o cérebro e os ouvidos pelo que o bebé consegue ouvir cada vez melhor.


Sons como o bater do coração da mãe, do estômago e do movimento do sangue no cordão umbilical são-lhe já familiares. Alguns ruídos exteriores mais fortes podem até assustá-lo.


O vérnix, uma substância branca gordurosa, começa a cobrir o bebé e, juntamente com o lanugo, tem a função de proteger a sua pele da longa imersão a que está sujeita.


As orelhas do bebé destacam-se da cabeça.


Se for uma rapariga, o útero e as trompas de Falópio estão já formados e posicionados. Se for um rapaz, os genitais são perceptíveis, embora possam estar escondidos durante as ecografias.


O bebé passa o tempo a flectir os braços e as pernas e os seus movimentos provavelmente já são sentidos pela mãe.


Com um padrão de sono e vigília semelhante ao de um recém-nascido, o bebé terá uma posição preferida para dormir e períodos de actividade e de descanso reconhecíveis.

domingo, 12 de setembro de 2010

17ª Semana - Sintomas


Como se não bastasse a miséria capilar que me está a deixar com uma neura que só visto, também a minha pele está lastimável. Ora bolas!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

17ª Semana - «nabo ou cebola»



O bebé pesa aproximadamente 140 gramas e mede cerca de 13 cm da cabeça às nádegas (ou perto de 23 cm da cabeça aos pés) – mais ou menos o tamanho de uma cabeça de nabo ou de uma cebola grande.


O útero pode ser palpado dois dedos abaixo do umbigo e tem o tamanho de um melão.


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

17ª Semana - Cresce, bebé, cresce


Esta é uma semana de intenso crescimento, com a gordura a acumular-se sob a pele do bebé, que em breve deixará de ser transparente.


A camada de gordura que está a desenvolver-se sob a pele fornecer-lhe-á o isolamento tão necessário para que consiga controlar a temperatura e o metabolismo do corpo após o nascimento. Daqui em diante acumulará toda a que conseguir.


Com 17 semanas de desenvolvimento a quantidade de água no corpo do bebé é de aproximadamente 89 ml (equivalentes a 89 g) e a de gordura apenas 0,5 g. Ao nascer o tecido adiposo pesará cerca de 2,4 kg do peso total de um bebé de 3,5 kg.


O peso do bebé aumentará cerca de seis vezes nas próximas quatro semanas.


Em virtude do rápido crescimento que está a verificar-se o cordão umbilical alonga-se, engrossa, torna-se mais espesso e forte para suportar as necessidades crescentes de um bebé maior.


Por esta altura o bebé e a placenta têm quase o mesmo tamanho.


Esta semana começa a acumulação no seu cólon de mecónio, composto por resíduos celulares, secreções digestivas e resultado da filtragem do líquido amniótico que o feto engole (até um litro por dia) e que será o produto da sua primeira evacuação.


O bebé consegue mexer as articulações. O esqueleto está a enrijecer e ainda que algumas partes se mantenham cartilagens durante anos após o nascimento a maioria está a transformar-se em osso (mantendo, no entanto, a flexibilidade necessária para que o processo de nascimento seja possível). O esqueleto do recém-nascido é composto por 300 elementos (ossos e cartilagens). À medida que a criança cresce alguns desses elementos endurecem e fundem-se, resultando em apenas 206 ossos chegando à idade adulta.


Os pés medem aproximadamente 23 mm e continuam a desenvolver-se. Contudo não tão rapidamente quanto as extremidades dos membros superiores – pulsos, mãos e dedos.


As unhas estão a crescer e possivelmente será necessário cortá-las logo nos primeiros dias de vida.


A individualidade do bebé vai sendo maior a cada dia, com a definição cada vez mais precisa das suas impressões digitais.


As sobrancelhas começam a despontar e tem cada vez mais cabelo.


Embora ambos os olhos estejam já no lugar correcto (voltados para a frente) e sejam sensíveis à luz ainda não abrem.


A audição do bebé é já tão sensível que os ruídos fortes podem assustá-lo.


Os reflexos de sucção e deglutição vão-se aperfeiçoando.


Provavelmente o bebé já descobriu que pode brincar com o cordão umbilical pois consegue segurá-lo e puxá-lo.

domingo, 5 de setembro de 2010

16ª Semana - Sintomas


A idade não perdoa.
A inactividade também não.

Os músculos esforçam-se, os tecidos queixam-se.

Preciso mesmo de fazer mais exercício.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

16ª Semana - «abacate»



Com 12 centímetros de comprimento (da cabeça ao rabinho) e aproximadamente 100 g de peso, o bebé tem mais ou menos o tamanho de uma pêra abacate.



A proeminência na região inferior do abdomen é cada vez mais óbvia. E o resto do corpo continua em mudança. É normal que já tenha havido um ganho de peso de 2 a 4,5 kg nesta fase da gravidez.

16ª Semana - Venha a gordura!


Com o fortalecimento da espinha dorsal o pescoço endireita-se e a cabeça apresenta-se mais erecta.


Os membros inferiores estão agora muito mais desenvolvidos.


Os sistemas urinário e circulatório já estão em pleno funcionamento. O coração bombeia cerca de 20 litros de sangue por dia.


Já aprendeu a respirar, inspirando e expirando pequenas quantidades de líquido amniótico, e os movimentos regulares do seu peito ajudam ao desenvolvimento e crescimento dos pulmões.


Deu-se início à formação do padrão do couro cabeludo.


Os olhos deslocaram-se para a frente da cabeça e, embora se mantenham fechados, detectam a luz e movem-se lentamente para um lado e para o outro.


Com o desenvolvimento dos músculos faciais vão surgindo novas expressões.


O feto tem um aspecto mais proporcional, mas está ainda muito magro pois só a partir daqui se começarão a formar as camadas de gordura subcutâneas.


A pele ainda não tem cor, e continua tão transparente que as veias e artérias são claramente visíveis.


O esqueleto e o sistema nervoso continuam a desenvolver-se, permitindo a coordenação dos movimentos.


Uma camada de gordura começa a cobrir os nervos que ligam os músculos ao cérebro. Isto é importante porque assim que as ligações nervosas estiverem completas as mensagens conseguirão passar de e para o cérebro, permitindo a coordenação dos movimentos.


O bebé está muito activo e exercita os seus músculos energicamente: flecte os membros, pontapeia, dá murros, agarra com as mãos, suga o polegar e até dá cambalhotas.


Rodeado pelo líquido amniótico, o bebé consegue mover-se livremente e, desta forma, desenvolver o tónus muscular. Apesar dos movimentos constantes o líquido amortece-lhes o impacto e, nos casos em que a mãe já consegue detectá-los, a sensação assemelha-se ao esvoaçar de borboletas.


Por esta altura o bebé pode também começar a ter soluços.


Já consegue detectar sons e vozes, dorme e sonha.


Nas próximas três semanas, o bebé vai viver um crescimento enorme, duplicando o peso e acrescentando vários centímetros ao comprimento.

sábado, 28 de agosto de 2010

15ª Semana - Sintomas


Noites em claro.

Exausta, corpo moído (quase como se tivesse sido atropelada por um camião) mas nada de conseguir pregar olho.

Insónias... Um sintoma? Ou antes o fruto das preocupações que não me largam e que me agitam o pensamento a ponto de não conseguir desligá-lo.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

15ª Semana - «maçã»


Com cerca de 10 cm da cabéça às nádegas e 70 a 75 g de peso, o bebé tem agora o tamanho aproximado de uma maçã.